Foram perdidas 68,8 mil horas para atracar e 14,5 mil horas para desatracar, num total de US$ 175 milhões de prejuízos diretos às companhias de navegação filiadas ao Centronave. É o equivalente a uma frota de dez embarcações porta-contêineres parada durante um ano inteiro. Os dados foram apresentados em evento de comércio exterior em São Paulo, agora há pouco.
Segundo Claudio Loureiro, diretor-executivo da associação, existe uma série de problemas que influem no resultado, de ineficiência nos acessos terrestres e aquaviários passando pela falta de operação 24 horas nos portos. Ele destacou que gargalos como as dragagens vêm sendo encaminhados, contudo, "não na velocidade necessária".
"A reforma portuária ainda não apresentou os resultados. Os arrendamentos estão todos represados, ainda estão para ser deslanchados", disse Loureiro. Os estudos que balizarão os editais dos 29 arrendamentos do primeiro bloco de licitações portuárias, referentes aos portos de Santos e de cinco portos no Pará, estão em análise no Tribunal de Contas da União (TCU), sem data certa de lançamento.
Fonte: Valor Econômico
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