terça-feira, 3 de julho de 2012

Informe SindItamaraty - Suspensão da Greve



Colegas do Serviço Exterior Brasileiro,
                Nesta segunda-feira, 02 de julho de 2012, os servidores reunidos em Assembleia-Geral do SindItamaraty decidiram pela suspensão temporária da greve iniciada no dia 18 de junho. A decisão levou em conta os avanços obtidos desde o início da paralisação, como a abertura de canal de negociação com o MPOG e o apoio da administração do MRE aos pleitos relacionados à campanha salarial e ao reconhecimento das carreiras de Assistente e Oficial de Chancelaria como típicas de Estado.
                A partir das 9h (horário de Brasília) do dia 3 de julho, os servidores entrarão em Estado de Greve, devendo retornar ao exercício de suas funções. Serão realizadas assembleias semanais, às sextas-feiras, às 15h, nas quais o Comando de Greve informará os acontecimentos e quando os servidores poderão deliberar, a qualquer momento, pelo retorno da paralisação, caso não sejam obtidos avanços satisfatórios. Pedimos que os colegas se mantenham em alerta. O Comando de Greve enviará comunicados pelos e-mails institucionais e pessoais dos servidores, pelo site do SindItamaraty e pelas redes sociais.
                Durante o Estado de Greve, a direção do sindicato continuará a realizar reuniões com o MPOG, MRE e fará gestões no Congresso Nacional. Serão também organizados grupos de trabalho que serão responsáveis pela organização de temas de interesse dos servidores, como assédio moral e regulamentação das carreiras do SEB.
                Pedimos aos colegas que sofrerem qualquer represália, de ordem moral ou funcional, em razão da participação na greve, que reportem os acontecimentos ao SindItamaraty. Não será tolerado abuso de poder para coibir direito constitucional dos servidores. O tempo de abusos de chefias no MRE acabou!
                O SindItamaraty louva e agradece o engajamento dos servidores no Brasil e no exterior. Depois de duas semanas exitosas, seguimos na luta por melhores condições de trabalho no MRE. Vencemos a primeira etapa de um grande desafio. Precisamos da união e da crescente conscientização de nossos colegas para atingir plenamente nossos objetivos maiores.


Fonte: SINDITAMARATY

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Coppe promove conferência internacional sobre oceanos, pré-sal e tecnologias offshore


Será realizada no Rio de Janeiro, entre os dias 1º e 6 de julho, a 31ª edição da International Conference on Ocean, Offshore and Arctic Engeneering - OMAE 2012, no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca. O evento, considerado estratégico para as empresas com interesses no Brasil, reunirá pesquisadores, engenheiros, estudantes, gestores e técnicos do setor de vários países. A organização é da Coppe/UFRJ e da American Society of Mechanical Engineers (Asme).

O evento terá mais de 700 apresentações e aproximadamente mil participantes. Serão 12 simpósios com os temas Tecnologia Offshore; Estruturas, Segurança e Confiabilidade; Tecnologia de Materiais; Pipelines e Risers; Utilização do Espaço Oceânico; Engenharia Oceânica; Ciências e Tecnologias Polares; Simulação Computacional para Dinâmica dos Fluidos; Energias Renováveis dos Oceanos; Geotecnia Offshore; Tecnologia do Petróleo. Também será realizado o simpósio em homenagem ao prof. Ronald Yeung (Hidrodinâmica de Navios e Estruturas Offshore), e o Workshop on Pre-Salt Technologies: Challenges and Opportunities, promovido pela Petrobras e pela Coppe/UFRJ.

A OMAE 2012 está sendo presidida pelo prof. Segen Estefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coppe, e prof. Antonio Carlos Fernandes, do Programa de Engenharia Oceânica da instituição.


Tenaris apresenta trabalhos e  sugere tecnologias para o pré-sal

Com o compromisso de oferecer soluções que façam frente aos desafios da exploração offshore, sobretudo na era do pré-sal, a Tenaris participará do evento com a apresentação de sete trabalhos técnicos divididos pelas áreas de dutos submarinos, integridade estrutural e projeto, construção, montagem e materiais. Destaca-se um trabalho técnico feito em conjunto com a Petrobras, que trata do desenvolvimento de tubos API 5L X70MS com alta tenacidade para aplicação sour service em águas profundas e ultraprofundas.

Os demais trabalhos versam sobre soluções como: estimativa de vida em fadiga cargas complexas, modelagem do comportamento ao colapso e à pressão externa; influência de tratamentos térmicos em aplicações típicas de revestimento; sequência das deformações severas aplicadas à coluna pipeline, entre outros.

Além disso, nesta edição,  a Tenaris receberá o prêmio “OMAE 2011 Best Paper” pelo Simpósio “Pipeline and Riser Technology”.

A empresa está instalando um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro. O novo centro, que deve começar a funcionar no segundo semestre de 2013, focará no desenvolvimento de produtos e de tecnologias para OCTG (tubos para revestimento de poços), line pipe e outros mercados - como automotivo, nuclear, de mineração, etc.


A programação completa e outras informações sobre o evento estão disponíveis, em inglês (idioma oficial do evento), no site www.asmeconferences.org/omae2012.


Fonte: TN Petróleo

sexta-feira, 29 de junho de 2012

IBP divulga documento de análise de riscos e de resposta a emergências por vazamento


O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) disponibilizou em seu site o documento "Propostas de Análise de Riscos e de Resposta a Emergências por Vazamento de Óleo no Mar devido às Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural", elaborado pela Subcomissão de Saúde, Segurança e Meio Ambiente, do instituto - integrado por 20 empresas com experiência em E&P.

O material reúne considerações, a partir das lições aprendidas com incidentes recentes, e alinha-se com as recomendações da “International Association of Oil and Gas Producers” (OGP). No documento, o IBP propõe projetos prioritários para o setor de E&P e recomenda ações para órgãos do governo, no intuito de promover o aperfeiçoamento dos diplomas legais nacionais, para tornar ainda mais eficientes a preparação e resposta a emergência no Brasil.

Desafios para refúgio foi tema de debate na Rio +20


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Em 20 de junho, comemorou-se o Dia Internacional do Refugiado. O Brasil tem, atualmente, 4.506 refugiados de 77 nacionalidades, a maior parte da África (2.869), da América (1.043) e da Ásia (492).  A condição de refugiado é reconhecida quando a pessoa não pode ou não quer ficar em seu país de origem por “fundado temor de perseguição por motivo de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas” (Lei 9.474/97).
Divulgado este mês, relatório do Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) mostrou que, em todo o mundo, 42,5 milhões de indivíduos terminaram o ano de 2011 em uma situação de refúgio. Eram 15,42 milhões como refugiados, 26,4 milhões como deslocados internos e 895 mil como solicitantes de refúgio.
Paulo Abrão, presidente do Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), órgão ligado ao Ministério da Justiça, reafirma a disposição do Brasil em manter o princípio de solidariedade internacional. “Somos receptivos à ampliação da contribuição ao refúgio diante dessas novas conjunturas de aumento de deslocamentos forçados”, afirma ele, que recebeu o representante do ACNUR, Antônio Guterrez, durante a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. A visita foi na quinta-feira, 21 de junho, 10h, no Escritório de apoio do ACNUR no Riocentro (Pavilhão 3, sala P4-C12).
Guterres e Abrão participaram, também no dia 21, do debate Vulnerabilidade de Migrantes Urbanos: Desafios e Respostas, ao qual estiveram presentes o diretor-geral da Organização Internacional para Migrações (OIM), William Swing, a representante-especial do Secretário-Geral da ONU para Redução de Desastres, Margareta Wahlstrom, e a coordenadora-executiva da Rio+20, Elizabeth Thompson, às 17hs, na sala T-6 do Pavilhão T (ao lado do Pavilhão 3). http://migranteweb.mte.gov.br/migranteweb/a4j/g/3_3_1.GAimages/spacer.gif
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Empresa brasileira lança Centro de Pesquisa e Aplicação para óleo e gás


Começou a operar essa semana o novo Centro de Pesquisa e Aplicação (CPA) da Carboflex, empresa brasileira que atua no segmento de petróleo e gás, que vai funcionar em Macaé, no Rio de Janeiro. No novo CPA serão desenvolvidos sistemas de fluidos de perfuração de alta performance, fluidos de completação e aditivos para produção, visando sempre produtos ecologicamente corretos.

O CPA também reunirá mão de obra altamente especializada, formada por doutores, mestres, engenheiros, químicos e técnicos, que terão como principal objetivo desenvolver produtos e soluções inteligentes para o mercado.

“O mundo inteiro está pensando e desenvolvendo novas tecnologias para o segmento de petróleo e gás. Com a inauguração do CPA estamos dando a nossa contribuição para fortalecer a presença brasileira nesse movimento, já que somos uma empresa com capital 100% nacional”, afirma Sérgio Moreira, diretor da Carboflex.

O empreendimento realizará vários tipos de pesquisa, principalmente aquelas voltadas para fluidos HPHT (alta pressão e alta temperatura) e produtos multifuncionais focados para o pré-sal, sendo que o CPA vai desenvolver soluções para todas as unidades industriais da Carboflex no país, localizadas nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte, além da unidade operacional em atividade no estado do Amazonas, possibilitando uma logística eficiente.

“Este CPA representa um grande passo para a empresa, pois é o único de uma companhia brasileira voltado para pesquisa e aplicação na área de fluido de perfuração e produção, sendo dotado de equipamentos que somente a Carboflex possui no Brasil”, finaliza Moreira.

Fonte: TN Petróleo

quarta-feira, 27 de junho de 2012

OGX declara nível de produção em Tubarão Azul


Petrolífera define que 5 mil barris de óleo equivalente (boe)por dia  é a vazão ideal do Campo. Empresa pretende recuperar os 110 milhões de barris na região
A OGX, braço petrolífero da holding EBX, controlada pela empresário Eike Batista, definiu que a vazão ideal do poço do Campo de Tubarão, na Bacia de Campos (RJ) será de 5 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia. A confirmação de produção ocorre, após cinco meses de teste de longa duração (TLD) e ainda não prevê injeção de água nos poços - técnica que contribuiu para aumentar a vazão do reservatório. A empresa mostra-se confiante na reconquista dos 110 milhões de boe na região.
A vazão definida corresponde aos dois primeiros poços no estágio inicial, disse a petrolífera em comunicado. "A OGX continua confiante com a recuperação dos 110 milhões de barris de óleo equivalente do Campo de Tubarão Azul especialmente porque durante o TLD também foram identificados fraturas naturais conectando os poços OGX-26 e OGX-68", disse a companhia no documento.
De acordo com a OGX, desde o início do TLD, os poços OGZ-26 HP e OGX-68HP foram testados com vazões que variaram de 4 mil a 18 mil barris de óleo equivalente por dia. Desta forma, garantiu melhor eficácia do modelo do reservatório e indicou "a necessidade de substituição da bomba centrífuga submersa do poço OGX-26HP por uma bomba de características diferentes de forma a ajustar a capacidade de bombeio à vazão ideal do poço".
Conforme informado no documento, nos últimos cincos dias por ocasião da parada do poço OGX-26 HP para a realização da troca da bomba, o FPSO OSX-1 está produzindo média de 7,4 mil boe/dia no poço OGX-68 HP e opera com níveis satisfatórios de pressão no reservatório.
A OGX divulgou ainda que as unidades de produção FPSOs OSX-2 e OSX-3, que já estão contratadas, e encontram-se em fase de construção em Cingapura, chegarão ao Brasil no segundo semestre de 2013 para iniciar suas produções.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Embate de Dilma com prefeitos deve levar a mudança nos royalties


A declaração da presidente Dilma Rousseff sobre a mudança na distribuição de royalties e Participação Especial (PE) do petróleo do mar, feita em maio, na Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, deve levar à alteração do projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados.

Dilma foi vaiada pelos prefeitos ao dizer que eles não conseguiriam "resolver a distribuição [da renda petrolífera] de hoje para trás". A presidente aconselhou os dirigentes municipais a lutarem por mais recursos "de hoje para frente".

Foi a senha para o relator da proposta, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), detectar a necessidade de fixar um marco objetivo do momento da produção de um poço a partir do qual a arrecadação com royalties e PE, pagos pela empresa exploradora, terá nova distribuição.

"Estamos trabalhando com a possibilidade de definir, como marco, o chamado 'óleo novo', que é o primeiro óleo produzido por um poço, mesmo que seja só produção de teste. Este critério não está em lei, mas é um marco bem definido", diz Zarattini.

Ele acredita que, estabelecendo o primeiro óleo de um poço, mesmo em campos já licitados, como marco para a nova regra começar a vigorar, estará atendendo à preocupação do Planalto de não mexer no passado.

De acordo com o relator, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia, calcula que, do petróleo localizado nos campos em mar, 20% será óleo novo em 2013. Esse percentual chega a 50% em 2017.